Bem Vindo ao Blog ARTE & MIXOLOGIA

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sexta-feira, 29 de julho de 2011

El Bulli, O documentário do ano!

Você que gosta de gastronomia molecular (ou não) vai ganhar um presente de Gereon Wetzel,  o filme El ¨Bulli: Cooking in Progress" do polêmico Chef espanhol Ferrán Adriá.  Um dos mais famosos Chefs da atualidade agora é o personagem principal em uma produção esperada pelos fãns de seus estudos e estudantes de gastronomia de todo o mundo. Adriá é odiado e amado, contrariado pelo grande Chef espanhol Santi Santamaria que publicou o livro "Cozinha à nu". Santi critica Adriá  e defende que a gastronomia deve ser mais "orgânica" valorizando o cultivo e produção local. Não vamos discutir quem está certo, aliás, nenhum dos dois chefes estão errados. Adriá colaborou muito para a ciência, evolução e inovação na gastronomia, fez com que a "arte culinária contemporânea" viesse à tona, por outro lado, Satin Santamaria colaborou pelo conceito slow food intensificando o estilo de "prazer de comer". 

Esperamos ansiosos para o lançamento do filme no Brasil!!! segue o Trailer oficial do filme.


terça-feira, 27 de julho de 2010

Vodka em PÍLULAS

Um pesquisador em uma universidade russa desenvolveu um pó de álcool que irá em breve tornar o consumo de vodka mais conveniente.






O Professor russo Evgeny Moskalev de Saint Petersburg Technological University desenvolveu uma técnica que permite transformar o álcool em pó e em comprimidos. A nova técnica pode solidificar qualquer tipo de álcool, incluindo uísque, conhaque, vinho e cerveja.

"Dry vodka" pode ser embrulhado em papel e carregado em um bolso ou uma bolsa. A Vodka em forma de pílula poderia vir a calhar em festas, quando se os "consumidores" fossem capaz de calcular a dose exata necessária.

A partir de agora, você poderá ficar bêbado com 11 pílulas de whisky, 17 de vinho, 15 de cerveja.. e sem ter que carregar garrafa ou ficar com mau hálito.

3 pílulas de vodka, 1 pílula de Cointreau, 1 pílula de cramberry e pozinho de limão... um Cosmopolitan! Literalmente um coquetel.

 Enquanto isso a Valium também irá distribuir um comprimido com uma proposta diferente

Uma nova substância que pode curar a embriaguez e a ressaca está sendo pesquisada pela equipe da Universidade Imperial de Londres.
O novo álcool sintético, desenvolvido a partir de produtos químicos no Valium, afetará os nervos do cérebro e dará a mesma sensação de bem-estar e relaxamento, mas ao contrário do álcool de hoje, não atacará outras partes do cérebro como a que controla a oscilação de humor e a dependência. O estudo é liderado pelo professor britânico David Nutt, famoso especialista em álcool e drogas.
Os foliões permaneceram num estado agradável da embriagues, independe da quantidade de bebidas alcóolica que ingerirem. No final da noite podem tomar uma pílula e voltar ao seu estado sóbrio instantaneamente. Assim, podem se divertir e dirigir para casa sem nenhum problema.
Igual ao álcool que conhecemos, o novo álcool deve ser insípido e incolor. A idéia é introduzir o novo álcool na produção de cerveja, vinho e licores. O professor Nutt acredita que a nova droga pode ter um efeito positivo na sociedade, além de melhorar a saúde da população. Em 2009, segundo o relatório de Estatísticas sobre o álcool na Inglaterra (NHS) mais de 800 mil pessoas foram internadas em hospitais devido ao uso abusivo do álcool. Em 2007 e 2008 mais de 6.500 mil pessoas morreram, ao total isso implica em um custo de R$ 2,7 bilhões por ano. Instituições de caridade acreditam que o número pode ser ainda maior. Por exemplo, na Inglaterra a bebida é um fator de 40 por cento de incêndios fatais, 15 por cento de afogamentos, 65 por cento de suicidios e 40 por cento de abuso doméstico.
Acreditando no sucesso e na importância da substância, o professor Nutt e o seu time de cientistas estão concentrando seus esforços no Benzodiazepines, o ingrediente principal do Valium. “Eu tomei benzos em um dos meus experimentos. Um minuto eu estava sedado e quase dormindo, mas cinco minutos depois eu estava dando uma palestra”, disse o professor Nutt. Um problema difícil a ser resolvido pela equipe de cientista, segundo o professor Nutt será obter a regulamentação e o patrocínio da droga. Além disso, nenhuma indústria de bebibas demonstrou interesse. Mas Nutt deseja seguir com a pesquisa e acredita que alguns países poderiam ser convencidos a patrocinar a equipe.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Programável garrafa de vodca Medea

Vocês imaginam a possibilidade de colocar o nome do cocktail especial da casa com receita passando no display no rótulo de uma garrafa de vodka? Agora abra os olhos e programe esse display pois agora esse sonho é possível. Colocar o nome do bar, ou fazer uma declaração? Que tal a programação cultural? Pq não frases célebres de bar?


Com a vodka de garrafa programável Medea a criatividade toma conta dos bartenders.

Esse destilado holandês à base de trigo é surpreendente, mas o que torna diferente mesmo é o dsiplay LED programável que pode conter até seis mensagens diferentes com 255 caracteres cada. As mensagens percorrem quando o display é ligado e as mensagens podem ser alteradas usando os botões do lado do tabuleiro. É vendido por 40 dólares e provavelmente não chega no Brasil por agora. Estou aguardando os produtores criatem em taças, porquê não? Confira o vídeo da garrafa em ação!

Eco-Friendly Vodka lança sabores Cola e Chocolate

Quando menos espera, o mercado nos surpreende com novos sabores e produtos ousados. A marca 360 que até então só produzia vodka neutra agora está com a linha “cola” e “Duplo chocolate”. A garrafa é 85% reciclada e possui aromas naturais, seguindo a tendência mundial de consciência e cuidado com a natureza.
As garrafas são vendidas por US $20 cada.
Se fizessem rum de coca e cognac de chocolate conseguiríamos novas versões interessantes dos clássicos não acham?
Na programação, uma viagem para Nova York para o próximo ano... quem sabe não experimentamos algumas vodkas com sabor juntos?

Absolut brooklyn e o disign de Spike Lee

O diretor Spike Lee é o designer responsável pela última edição limitada da Absolut. A Absolut Brooklyn. A garrafa tem uma representação de um triplex com o número da casa da infância de Lee em Cobble Hill e tem o seu nome na garrafa. Aé uma vodka nova versão da vodka tem sabor de maçã e gengibre e o preço de varejo de $ 29,99.

Cada uma das edições da Absolut cidades tem uma iniciativa de caridade.

como parte desta campanha a Absolut está doando $ 50.000 para a Habitat for Humanity para ajudar a financiar um projeto de casas a preços acessíveis, em Bedford-Stuyvesant.



Já foram lançados edições anteriores de cidades incluídos Absolut Boston (chá preto e elderflower), Los Angeles (mirtilo, cereja acerola, açaí e romã) e New Orleans (pimenta e manga).

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Barbados está mais próximo

Estamos de volta com mais matérias interessantes desse nosso universo. Há tempos não posto né? O fato é que mais do que nunca a gastronomia de manhã, as aulas de coquetelaria à tarde e o open bar à noite divididos com consultorias não me deixam tanto tempo.

 Vou postar uma matéria que foi publicada dia 19 no Correio Braziliense pela Mariana Cieratti. A Gol fará promoções para essa rota e em 2 semanas devo organizar uma viagem com os alunos. Segue a matéria...

Barbados

Yo-ho-ho e uma garrafa de rum!

História da destilaria mais famosa do país se confunde com o passado da ilha. Visita permite descobrir os processos de fabricação e todos os sabores que resultam deles

Dose para degustação na Mount Gay: aromas de coco e baunilha
Pinturas que evocam as lojas de rum se espalham pela destilaria.
Tomar uma dose de rum de Barbados pode ser tão chique quanto experimentar um bom vinho ou a loira fabricada numa microcervejaria. Primeiro, verte-se o líquido numa taça pequena, delicada. Em seguida, gira-se várias vezes o copo com haste para que a bebida libere seus aromas e pequenas gotas escorram pelas paredes do recipiente. É aí que se observa o quanto o rum é viscoso, e essa característica define a sua boa qualidade.

Finalmente, chega a hora de degustá-lo. Prepare-se, porque a primeira impressão no paladar assusta: o teor de álcool (43%, em média) é tanto que o gole inicial equivale a uma flechada gustativa. Mas não dá para desistir de cara. Isso porque, pouco depois, torna-se possível sentir outros sabores. Há notas de banana, coco, baunilha. E algo vagamente floral.

Não que os piratas e os navegadores (1)dos séculos 17 e 18 se preocupassem com todas essas minúcias. Reza a lenda que, para eles, rum era não só uma bebida para dar coragem — mas uma prova de que eles de fato estiveram no Novo Mundo, enfrentando as turbulências do lado atlântico do Caribe. Trazer uma garrafa para casa significava ter sobrevivido às ondas, aos recifes de corais e às péssimas condições sanitárias nos navios da época.

A história entre os dois extremos de rusticidade e finesse é contada durante a visita à Mount Gay, indústria que empresta suas cores (vermelho e amarelo) às 1,5 mil lojas de rum espalhadas pela ilha. A saga da destilaria praticamente se confunde com a história do país — por onde se espalham pés de cana capazes de resultar num melaço farto, aromático, essencial para uma boa bebida. “A matéria-prima precisa ser transportada logo depois da colheita para manter o frescor”, explica o guia Damien Batson.

Esse e outros saberes da fabricação do rum eram novidade em 1703, ano que marca os primeiros registros de produção regular no país e, também, a fundação da Mount Gay. E quase desconhecidos em 1637, quando começaram as atividades de destilação na ilha, com qualidade muito variável. Hoje, no entanto, o papo é outro. Não se tem acesso à linha de produção — nem mesmo aos barris de carvalho onde o rum envelhece —, mas a descrição do processo ajuda muito a entender como, afinal, nasce a bebida preferida dos barbadianos.
Quando a cana já foi cortada e moída, o caldo passa por cinco etapas (purificação, filtração, evaporação, cristalização e separação) para formar o melaço. A substância passa uma semana decantando ao sol e, em seguida, algo entre 36 e 48 horas num barril de fermentação. Depois, vêm as fases de destilação simples e dupla; de mistura dos dois tipos de líquidos destilados (que têm teores diferentes de álcool) e, finalmente, de envelhecimento. O último estágio é essencial para determinar a nobreza do rum. Por exemplo, os básicos, como o Mount Gay Eclipse, ficam dois anos nos barris; já os tops de linha, como o 1703, até três décadas. “Esse rum se bebe no máximo com uma pedra de gelo. E não se pode tomar mais de três doses”, avisa Batson.
As explicações técnicas logo dão lugar à parte mais sensorial da visita. É a hora de observar cores, distinguir aromas e perceber os efeitos que o tempo maior ou menor de envelhecimento provoca em cada produto. Faz-se isso primeiro em uma sala especial cheia de grandes potes tampados. Basta abri-los, girá-los e deixar o odor chegar às narinas. A experimentação de cheiros e sabores continua no bar da destilaria, onde o passeio termina e o bartender Allan Cummings compartilha uma última dica: “O bom rum é suave, fácil de beber. O mau não é muito maduro e deixa uma sensação de queimação fortíssima na boca”. Certamente não é o que acontece quando se toma a bebida alcoólica mais famosa da ilha. (MC)

1 - Cesta básica

Na segunda metade do século 17 — mais exatamente em 1655 —, a marinha inglesa introduziu a ração de rum, fazendo com que a bebida fosse distribuída regularmente entre os navegadores. Com a medida, o consumo aumentou muito além das fronteiras de ilhas caribenhas como Barbados e Jamaica. A iniciativa também é considerada uma das responsáveis pela melhoria rápida na qualidade dos produtos. No século 18, Barbados já era especialista na tecnologia de produção da bebida.

FESTA NO FIM DA COLHEITA

Começa em 3 de julho e vai até 2 de agosto o Crop Over Festival, a maior festa nacional de Barbados, que celebra o fim da colheita da cana-de-açúcar (iniciada em fevereiro) e reconhece o esforço dos que trabalham na lavoura. Comunidades de toda a ilha participam de feiras, shows, desfiles e outros eventos culturais. O ponto alto está no Kadooment Day, feriado nacional comemorado na primeira segunda-feira de agosto. Veja a programação completa em www.barbadoscropoverfestival.com.

Aonde ir

Mount Gay Rum

» Spring Garden Highway, Bridgetown; (1-246) 425-8757

» www.mountgayrum.com

» Tour convencional: de hora em hora, segunda a sexta, das 9h30 às 15h30; aos sábados, das 10h30 às 14h30. Ingressos: 14 dólares barbadianos (US$ 7); menores de 12 anos têm entrada franca. Tour com almoço: às terças e às quintas, ao meio-dia. Ingressos: 100 dólares barbadianos (US$ 50); o valor dá direito a transporte; menores de 12 anos pagam meia. Tour de coquetéis: às quartas, às 14h. Ingressos: 70 dólares barbadianos (US$ 35); o valor dá direito a transporte; proibida a entrada de menores de 12 anos. A lojinha fica aberta de segunda a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados, das 10h às 16h.

Em pequenas doses

» No bar da Mount Gay, são servidos drinques (todos por 10 dólares barbadianos, ou US$ 5), como o eclipse sunrise (com suco de laranja e licor de cassis), o regal pleasure (com Amaretto, creme de banana e suco de abacaxi) e o coffee still (com café, xarope de cana de açúcar e creme de cacau)

» A empresa celebrou seu 300º aniversário em 2003. Hoje, o rum é exportado para 80 países, inclusive o Brasil

» O museu da Mount Gay guarda alguns dos destiladores mais antigos do mundo, datados do século 18. Um único modelo foi usado por 250 anos e hoje dá origem ao design de todos os aparelhos modernos, por conta do formato que ajuda a consolidar o gosto do rum

» O presidente norte-americano George Washington (1732-1799) foi um apaixonado pelo rum de Barbados. Adquiriu o gosto na primeira e única viagem que fez para fora dos Estados Unidos, em 1751. Na cerimônia de posse, 38 anos depois, exigiu que um barril fosse trazido da ilha para a festa

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Coca-Cola celebra os 50 anos de Brasília com lata especial

Olá queridos leitores,

Como estamos sempre falando de bebidas do mundo todo, resolvi falar um pouco mais das coisas que acontecem aqui na região também, por isso resolvi falar um pouco da capital.

A Coca-Cola criou uma lata especial em comemoração aos 50 anos de Brasília. Foram produzidas 500 mil unidades, no mesmo formado da nova Coca-Cola Light Plus, com 270ml.

O produto, em homenagem ao aniversário da cidade, será comercializado apenas com a Coca-Cola clássica em bares, restaurantes e supermercados, enquanto durar o estoque.
Assim como desfila por várias cidades do Brasil no período natalino com seus caminhões enfeitados, a Coca-Cola resolveu prestar uma homenagem aos 50 anos de Brasília e adesivou seus caminhões com vários fatos e fotos marcantes da capital brasileira. O material adesivo foi inaugurado em frente ao Museu da República, mas pode ser conferido nas ruas de todo o Distrito Federal.


Na festa de apresentação houve vários eventos paralelos. A novidade partiu da seleção de fotografias antigas e frases históricas que agora enfeitam as laterais e traseiras dos caminhões da Coca-Cola. São 50 veículos divididos em dois grupos iguais que começaram a desfilar pelas ruas de Brasília. Os caminhões vão passar por quase todas as cidades até finalizar a apresentação, no dia 21/04.


Entrevista com o mixólogo Marco de La Roche

Um pouco sobre o Mixólogo Marco de La Roche:

Marco De la Roche tem desenvolvido nos últimos dez anos inúmeros projetos para marcas de bebidas, bares e restaurantes. Durante quatro anos foi mixologista chefe de Absolut Vodka e atualmente é embaixador de Sauza Tequila para o Brasil. É bicampeão do campeonato brasileiro de Coffee in Good Spirits e embaixador brasileiro do café pela ACBB. Possui a agência DrinkLAB, que presta consultorias e desenvolve projetos para inúmeras bares e restaurantes assim como marcas de bebidas.

Entrevista:

Blog- Quando começou a se envolver com a coquetelaria e depois desse momento quando surgiu a mixologia na sua vida?


Marco- BOM, A COQUETELARIA SURGIA NA MINHA VIDA ATRAVÉS DO MEU PRIMEIRO EMPREGO, EM UM BAR SUPER COOL QUE SE CHAMAVA PIRANHA. NUNCA HAVIA TRABALHADO E AOS 17 ANOS FUI FAZER "QUALQUER COISA", POIS NO MESMO DIA HAVIA LARGADO A MINHA FACULDADE. ASSIM AOS POUCOS FUI ENTENDENDO SOBRE O QUE ACONTECIA DENTRO DE BARES, ATÉ IR REALMENTE PARA DENTRO DO BAR. DAÍ PARA A MIXOLOGIA FOI UM CAMINHO NATURAL, PORQUE AS MINHAS DUVIDAS, INTERESSES E INTENÇÕES SEMPRE FORAM VOLTADAS PARA O QUE HOJE SE ENTENDE COMO MIXOLOGIA.

Blog- O que é a Mixologia molecular? Um movimento? Um conceito? Uma filosofia?

Marco- MIXOLOGIA MOLECULAR É UM CONCEITO QUE QUANDO APLICADO COM BASES SÓLIDAS TENDE A SE TRANSFORMAR EM UM MOVIMENTO. MIXOLOGIA MOLECULAR NÃO NECESSARIAMENTE ALTERA AS MOLÉCULAS DE NADA, A GRANDE VERDADE É QUE AS PESSOAS DENOMINAM UM MOVIMENTO DE ACORDO COM AS ASSOCIAÇÕES DIRETAS OU OPOSTAS, ENTÃO NÃO DEVEMOS NOS PRENDER AO TERMO, MAS ENTENDER SOBRE O QUE SE TRATA O MOVIMENTO.

ASSIM COMO O MOVIMENTO DOS MARTINIS DAS DÉCADAS DE 20 E 90, O MOVIMENTO DOS SHOOTERS DA DÉCADA DE 70, A MIXOLOGIA MOLECULAR VEIO PARA FICAR, MAS NATURALMENTE DEIXARÁ DE SER UMA TENDÊNCIA PARA APÓS O BOOM SE TORNAR UMA REALIDADE, E AS APLICAÇÕES VENCEDORAS PERMANECERÃO.

Blog- Qual a posição do Brasil quanto á bartenders e mixólogos?

Marco- TEMOS UM PÉSSIMO HÁBITO DE ACREDITAR QUE OS BRASILEIROS SÃO PREGUIÇOSOS, DESATENTOS E ACOMODADOS E QUE A COQUETELARIA ESTRANGEIRA É SEMPRE SUPERIOR E MAIS BEM ESTRUTURADA. MAS POUCO SE PERCEBE QUE AS CULTURAS DE CADA PAÍS REFLETEM FIELMENTE AO ESTILO DE COQUETELARIA APLICADO. NÓS SOMOS IMENSAMENTE SUPERIORES AOS EUROPEUS E AMERICANOS NA CAPACIDADE DE ASSOCIAR DIFERENTES AROMAS E SABORES, GRAÇAS À NOSSA GRANDE VARIEDADE DE INGREDIENTES. NÓS SOMOS MENOS FAVORECIDOS NO QUE SE DIZ RESPEITO AO ESTUDO DAS MEDIDAS APLICADAS NAS RECEITAS E À APLICAÇÃO DE SPIRITS ENGARRAFADOS, JÁ QUE A NOSSA BASE É " AMASSE E MISTURA". OU SEJA, COMPREENDER AS QUALIDADES E DEFICIÊNCIAS DE CADA ESCOLA DE COQUETELARIA NOS TORNA MAIS COMPLETOS NA PROFISSÃO.

Blog- As escolas de coquetelaria no Brasil tem se destacado quanto à qualidade?

Marco- SIM, A COQUETELARIA NO BRASIL TEM SIDO REFERÊNCIA DO MERCADO DE BEBIDAS HÁ ALGUM TEMPO, MAS O SERVIÇO NO BRASIL NÃO TEM SIDO REFERÊNCIA.

NOSSO ESTILO DE PREPARAR RECEITAS, NOSSA SIMPLICIDADE EM UTILIZAR INGREDIENTES E TRANSFORMÁ-LOS EM UMA SENSAÇÃO ÚNICA TEM SIDO REFERÊNCIA CONSTANTEMENTE NO MUNDO AFORA TENDO A CAIPIRINHA COMO GRANDE ICONE.

Blog- Quais são os requisitos básicos de um bartender?

Marco- SABE AQUELA HISTÓRIA DE GOSTAR DO CLIENTE, AMAR A PROFISSÃO E SER GENTIL COM OS OUTROS? BULLSHIT.

PARA SER UM BARTENDER (NÃO CONFUNDIR COM OPERÁRIOS DO BAR), É NECESSÁRIO CONHECIMENTO TÉCNICO, APRENDIZADO CONSTANTE, REFERÊNCIAS EXTERIORES, TÉCNICA APURADA, ESTUDO DAS TENDÊNCIAS DE CONSUMO, TRABALHO EM EQUIPE, SENSO CRÍTICO E ORGANIZAÇÃO LÓGICA.

Blog- Nós sabemos que existem dois lados da moeda no mercado brasileiro, o de donos de bares que não encontram profissionais adequados e os profissionais adequados que não acham o salário proposto pelos donos de bares justo, como podemos acertar isso?

Marco- SOU DA TEORIA NEOLIBERAL DE QUE O MERCADO SE REGULA NORMALMENTE. QUEM DEFINE QUEM É BOM OU NÃO, EFICIENTE OU NÃO É O MERCADO, O CONSUMIDOR. O QUE NÓS PODEMOS FAZER É ACOMPANHAR O MOVIMENTO DE MUDANÇA CONSTANTE DESSE MERCADO E SE AJUSTAR PARA ENCONTRAR AS BRECHAS E OPORTUNIDADES PARA CRESCER PROFISSIONALMENTE. EXISTE UM DIATO HAVAIANO QUE DIZ QUE EXISTEM DUAS MANEIRAS DE FICAR RICO, TRABALHAR MAIS OU DESEJAR MENOS.

Blog- Quando falamos de criação e elaboração de coquetéis, qual é o limite do criador?

Marco- NÃO HÁ LIMITES. O QUE EXISTE SÃO VARIÁVEIS INDESEJÁVEIS.

E INTELIGENTE É O BARTENDER QUE CONSEGUE ENXERGAR ESSAS VARIÁVEIS, POIS ASSIM ELE TORNA A SUA RECEITA MAIS EFICIENTE POSSÍVEL.

É PRECISO ENTENDER O QUE É PEDIDO, O QUE É INTERESSANTE, E ASSIM QUE ISSO FOR DEFINIDO, TUDO O QUE PODERIA SER RESTRIÇÃO SE TORNA INDESEJÁVEL.

Blog- Como é um bar ideal pra você?

UM BAR SEM CARDÁPIO. UM BAR COM PESSOAS FELIZES. UM BAR COM MEUS AMIGOS DO LADO DE DENTRO E DO LADO DE FORA DO BAR, ONDE EU NÃO SEI SE FICO DO LADO DE DENTRO OU DO LADO DE FORA. ONDE AS PESSOAS BEBEM PARA DESCOBRIR SEGREDOS DE LIQUIDIFICADOR OU SIMPLESMENTE PARA PODER BRINDAR COM O AMIGO. ONDE NÃO HÁ COMANDA, ONDE A PESSOA RECEBE A SUA CONTA EM CASA, NO OUTRO DIA, SÓBRIA. UM BAR COM CARA DE SALA DE ESTAR.

Blog- Uma mensagem para os que estão embarcando na "Viagem Molecular" agora?

Marco- TAKE IT EASY, MEU IRMÃO DE COR. A MODA VAI PASSAR, OUTRA VAI ENTRAR. COMPREENDA OS PRINCÍPIOS, OS CONCEITOS QUE FIZERAM A MIXOLOGIA MOLECULAR MOVIMENTAR O MUNDO E ENTENDA SE REALMENTE SE INTERESSA POR ESSA VERTENTE. NÃO SE SINTA OBRIGADO À NADA, FAÇA A MELHOR ESPUMA OU A MELHOR CAIPIRINHA. ESTUDE MUITO PARA NÃO REPLICAR ERROS DOS OUTROS, CRIE UMA IDENTIDADE PRÓPRIA, UM ESTILO PRÓPRIO.

Blog- A copa do mundo e as olimpíadas estão chegando, quais são as previsões no serviço de coquetelaria nos principais pontos e bares? Algo deve mudar?

Marco- NÃO CREIO QUE ESSES DOIS EVENTOS IRÃO MUDAR AS TENDÊNCIAS. CREIO QUE DEVEMOS MELHORAR EM GERAL, TANTO NO SERVIÇO, ATENDIMENTO, PREPARO,HIGIENE, ETC..

ALGUMA COISA PODE SURGIR, MAS ALGO PONTUAL, ASSIM QUE OS EVENTOS ACABAREM, ELES ACABAM JUNTO.

Para conhecerem mais o trabalho do Marco acesse http://www.marcodelaroche.blogspot.com/

segunda-feira, 15 de março de 2010

Gadget detecta bebida adulterada

O inventor espanhol Emílio Alarcón desenvolveu um gadget que pode ajudar a não ter dor de cabeça no dia seguinte após uma noite de balada forte.
O Rotgutonix testa bebidas não misturadas (ou misturadas apenas com água) para ver se encontra a presença de álcool adulterado.
O aparelho tem um sensor químico que pode identificar diversas marcas de bebida em cerca de 20 segundos.
“Tive a ideia de desenvolver esse aparelho depois de ter passado muito mal após ter bebido dois drinks na noite anterior. Fiquei com náusea, dor de cabeça e não consegui trabalhar no dia seguinte. Não se tratava de uma ressaca, era alguma bebida adulterada”, afirma Alarcón.

De acordo com o site do produto, o Rotgutonix analisa as seguintes marcas: Johnny Walker, JB, DYC, Pampero, Brugal e Havana Club. Nas próximas versões, Alarcón acredita que o Rotgutonix será capaz de analisar mais de 20 conhecidas marcas, principalmente de rum, whisky, gin e vodka.

O site também diz que o aparelho está em fase de protótipo e deve começar a ser comercializado até o próximo ano.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Sepultura lança a nova cerveja Sepulweiss

Depois da grife a banda de rock Sepultura acaba de entrar no mercado de bebidas com a cerveja puro malte Sepulweiss e deve entrar no Brasil ainda este ano. A cerveja do Sepultura é feita de trigo tipo bavaria de fermentação alta, aroma frutado de cravo e maçã não filtrado. O teor alcoólico de 4,4%.

A cerveja foi apresentada pelo baixista da banda, Paulo Xisto, em entrevista ao programa RockBreja. O produto chega ainda este ano às lojas brasileiras.

Bem... só podemos avaliar depois de experimentar... o que terá para beber no próximo show? Sepulweiss!!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Vídeo elegante de um bar japonês

Um belo vídeo que vi no blog do Marco. Excelente apresentação

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Os grandes nomes da técnicas molecular de bar/restaurante - Parte 2

Nessa segunda parte da matéria vamos falar do outro pai da gastronomia junto como Nicholas Kurti que já havíamos falado na primeira parte.

Hervés This nasceu em 1955 em Suresnes, Hauts-de-Seine, França e é um químico físico que trabalha no Institut National de La Recherche Agronomique. Sua principal área de interesse é a gastronomia molecular, ciência dos fenômenos culinários.

Criou o termo científico “Gastronomia Molecular e Física” com Nicholas Kurti . Obteve doutorado em Filosofia pela Universidade de Paris VI com o título La gastronomie moléculaire et physique." Escreveu muitas publicações científicas e livros sobre o assunto mas apenas quatro foram traduzidos para o inglês. Colabora para revista Pour La Science (site http://www.pourlascience.fr/) com informações para o público em geral. Membro da Academie d’Agriculture de France e diretor científico da fundação Ciência dos Alimentos & Cultura, ufa!

Descobertas de Hervés
Algumas de suas descobertas incluem:

A temperatura ideal para cozinhar o ovo (em torno de 65º C, a clara coagula e a gema não)

O uso de um campo elétrico para melhorar o fumo do salmão

Bater a clara do ovo depois adicionar água fria aumenta a quantidade de espuma produzida e outras invenções que acrescentou na seção Art Science et no site do chef Pierre Gagnaire

Apesar do foco principal na química, Hervés dá grande importância ao aspecto emocional da culinária , como o título de uma mostra de seus livros: Cozinhar é amor, arte, técnica.

Bibliografia

• 1993 : les Secrets de la casserole , Éditions Belin

• 1995 : Révélations gastronomiques , Éditions Belin. ISBN 2-7011-1756-9

• 1997 : la Casserole des enfants , Éditions Belin

• 2002 : Traité élémentaire de cuisine , Éditions Belin

• 2002 : Casseroles et éprouvettes , Éditions Belin

• 2005 : Molecular Gastronomy: Exploring the Science of Flavor (translator: Malcolm DeBevoise), Cambridge University Press. ISBN 0-2311-3312-X

• 2006 : La cuisine c'est de l'amour, de l'art, de la technique , Odile Jacob

• 2007 : Construisons un repas , Odile Jacob

• 2007 : De la science aux fourneaux , Pour la Science/Editions Belin

• 2007 : Kitchen Mysteries: Revealing the Science of Cooking (translator: Jody Glading), Columbia University Press. ISBN 978-0231141703 or 023114170X

• 2007 : Alchimistes aux fourneaux , Flammarion

Os grandes nomes da técnica molecular de cozinha/bar - Parte 1

Para ajudar nesse início de pesquisa não precisamos começar do zero, o ideal agora é descobrir primeiro o que já foi feito. Não vamos quebrar a cabeça com o que está disponível para aprender até agora, vamos quebrar a cabeça a partir do último ponto de pesquisa. Devo então apresentar alguns nomes e falar um pouco dos trabalhos de cada um. O primeiro nome é do Húngaro Nicholas Kurt, pai da gastronomia molecular junto com Hervés This que falaremos em outra oportunidade. Segue então sobre Nicholas.

“É preocupante que se saiba mais sobre a temperatura no interior das estrelas do que sobre a temperatura no interior de um prato de soufflé”.
Nicholas Kurti

Breve histórico de Nicholas Kurti

Nicholas Kurti Nasceu em Budapeste, Hungria em 14 de maio de 1908 e passou a maior parte da sua vida em Oxford, Reino Unido.

Ainda em Budapeste foi para a escola no Ginásio Minta, mas devido às anti-leis judaicas Nicholas teve que deixar o país. Foi para França estudar na Universidade de Paris (Sorbonne) e fez graduação e mestrado. Logo depois foi para Berlim,Alemanha e obteve seu doutorado em física de baixa temperatura trabalhando com o professor Franz Simon.

Assim que Hitler assumiu o poder, tanto Nicholas quanto Franz saíram da Alemanha indo para a universidade de Oxford na Inglaterra juntando-se ao laboratório de Clarendon.

Durante a segunda guerra mundial trabalhou no projeto da bomba atômica. Isso atraiu a atenção mundial e Kurti foi eleito o Fellow da Royal Society (foto), a sociedade científica mais antiga, local de pesquisas e discussões.

Foi vice-presidente da sociedade de 1965 à 1967 e professor de física na Universidade Oxford de 1967 à 1975 ano em que se aposentou. Foi professor visitante no City College em Nova York, na Universidade da Califórnia, Berkeley e na Amherst College de Massachusetts.

Kurti tinha a cozinha como hobby e defendia a aplicação de conhecimento científico aos problemas de culinária. Em 1969 espantou o público quando em sua palestra na Royal Society usou o recém inventado microondas para fazer um Baked Alaska reverso também chamado Frozen Flórida (frio fora e quente no interior).

Ao Longos dos anos organizou vários seminários internacionais em Erice, Itália sobre molecular e Gastronomia física.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Um papo sobre a mixologia


Conceitos da mixologia e mixologia molecular
Nesta matéria vamos entender conceitos, segmentos e possibilidades da mixologia e mixologia molecular.  Primeiramente vamos definir... Oque é mixologia? Estudo técnico e científico dos ingredientes aplicados á coquetelaria tendo como base também história, consumo em vários      tipos de culturas de acordo com a linha de progresso de cada local. Devemos lembrar que apesar da cultura local já ter um tipo de paladar definido, podemos apresentar ao consumidor novas possibilidades e sabores.
 A Aplicação da mixologia
Na mixologia cada profissional de bar em  diferentes países trabalha de forma totalmente original visto que o coquetel é o resultado do processo de vida do mixólogo e tipos de produtos diferentes consumidos em cada região.       O que torna um profissional diferente de outro que vive na mesma cultura é a forma como aplica novas técnicas e o conhecimento aprofundado de tudo aquilo que ele faz no dia-dia.  A finalidade desse estudo é entender os “porquês”. Vamos iniciar a análise com base em um coquetel que vimos e fazemos quase que diariamente. A capirinha. Muitos tiram a columela (talo) do limão por acreditar que ele amarga, certo? Bem, mas é só por isso que devemos tirar a casca? Sabemos que a casa tem um nível de acidez maior que o gomo e  que o limão cresce a partir da columela formando gomos  que sem unem por uma fina película encontrada em maior quantidade entre a casca e  o gomo.  Quando retiramos a columela que representa 20% do limão fica mais fácil para extrair o suco com apenas 2 ou 3 maceradas  evitando assim macerar a casca em excesso e amargando a fruta   e  em seguida o nosso coquetel. Isso define o tipo de corte adequado. Aqui falamos apenas do limão, mas quantas frutas e outros ingredientes podem analisar a fundo para poder saber como aplicar?
Viram o quanto podemos falar do limão? Mas esse não é o único ingrediente que devemos pensar para fazer a nossa caipirinha. Temos ainda a cachaça. Qual é a melhor cachaça? A branca? A envelhecida? Em qual tipo de madeira? Envelhecida quantos anos? A cachaça com mais corpo ou a menos oleosa? E o açúcar? Refinado ou cristal? Por quê? E o copo? Por quê?
  Alguns fatores como equilíbrio de aromas e sabores (harmonia) começam ser mais compreensíveis dessa forma.
Concluindo, o mais importante nessa explicação não é dar o resultado final, mas mostrar a importância do processo na elaboração do coquetel e forma de pensar a harmonização.
 EU INDICO
 O filme A SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS.  O assunto PROCESSO CRIATIVO é abordado de forma clara e inteligente. Associando o filme a mixologia, devemos pensar e analisar tudo que fazemos e não apenas reproduzir tudo aquilo que já vem mastigado
Sinopse
Em 1959 na Welton Academy, uma tradicional escola preparatória, um ex-aluno (Robin Williams) se torna o novo professor de literatura, mas logo seus métodos de incentivar os alunos a pensarem por si mesmos cria um choque com a ortodoxa direção do colégio, principalmente quando ele fala aos seus alunos sobre a "Sociedade dos Poetas Mortos".
FLAVOR PROFILE
 Esse guia de intensidade relativa de aromas e sabores dos ingredientes é super interessante. Uma forma de definir as características dos ingredientes sem precisar degustá-lo e poder harmonizar analisando níveis de acidez e doçura, frutados, vegetais, intensidade entre outros. Dessa forma podemos também catalogar as sensações da única forma, a pessoal, pois cada FLAVOR PROFILE deve ser criado de acordo com a sensação própria.
O FLAVOR PROFILE é apresentado em gráficos de vários tipos (a maioria em circunferência) e facilita a compreensão das CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS (cor, sabor e aroma) dos ingredientes. Desconstruir  um coquetel é uma forma de entendê-lo melhor
Cada bebida deve ter um SPIDER DIGRAM diferente devido os parâmetros de avaliação específicos.
FLAVOR PAIRING
Pra complementar o FLAVOR PROFILE podemos entender também um pouco sobre o FLAVOR PAIRING.  O FLAVOR PAIRING é o estudo científico das combinações (harmonizações) de estrutura molecular dos ingredientes. Considerando isso, alguns ingredientes que parecem obvieis deixam de ser, e outra combinações que parecem absurdas passam a se tornar lógicas e aceitáveis. Vamos dar como exemplo ingredientes que são compostos pelas  mesmas substâncias em  comum, o hexeonato de metilo encontrado no abacaxi, queijo azul e vinho branco. O que parecia absurdo como, por exemplo, o abacaxi e o queijo azul agora passam ser obvieis.   
Dessa forma podemos avaliar novas possibilidades de harmonização e facilitar nossa pesquisa em busca da combinação perfeita.
Mixologia Molecular
A mixologia molecular é o estudo histórico, técnico e científico de ingredientes aplicados á coquetelaria. Na mixologia é possível alterar a estrutura molecular dos ingredientes  para criar espumas, ares, gelatinas, esferas ou “ caviares “ entre outras coisas.
O intuito de aplicar a técnica é explorar possibilidades infinitas e alcançar sabores e aromas que não conseguimos com a técnica tradicional. Sendo assim, a mixologia molecular não deve ser aplicadas em coquetéis internacionais apenas para mudar a estrutura até por que se o Dry Martini ou Manhatan for melhor original na há  motivo para  mudar. Experimentar uma espuma de whisky ou um ar de  limão sim pode ser uma nova experiência.
Para um melhor resultado podemos aplicar o Flavor Pairing e o Flavor Profile antes de aplicar          as técnicas de mixologia molecular. Isso dá mais sentido ao que se faz e a técnica não fica sem lógica ou motivo.             
em breve a continuação dessa matéria e outras coisas que aprendemos como mixólogo Marco de La Roche


Processo criativo

Em um momento do curso de mixologia e mixologia molecular no Rio de Janeiro (Brasil), o professor Marco de La Roche comentou sobre a importância de estudar e gostar de artes. Nesse momento lembrei de um  estudo realizado que reflete sobre alguns tabus e pré conceitos sobre pessoas que gostam de música clássica. Muitos dizem que música clássica é coisa de esnobes e pseudo-cultos, a verdade é que as pessoas que apreciam esse tipo de música tem um nível cultural mais evoluído. Para entender, absorver e gostar de música clássica, o cérebro deve aceitar a informação. Quando uma pessoa não entende e não consegue  absorver a HARMONIA o cérebro bloqueia para esse tipo de música e a pessoa passa a não gostar  do estilo . Além disso não consegue compreender como as pessoas conseguem gostar de algo que para elas  é chato e sem sentido.

 A música clássica foi apenas um exemplo. Outros segmentos da arte também são interessantes  na vida de um mixólogo pois ativam, agradam e ispiram todos os nosos sentidos. Considerando que todos os sentidos estão interligados a mensagem fica clara.   

Objetivos da Mixologia Molecular             

São 5 os objetivos da Mixologia Molecular:


• criação de uma Antropologia Mixológica - recenseamento e exploração físico-química das "dicas" mixológicas;

• introdução de Matemáticas mixológicas - modelização de práticas mixológicas visando aperfeiçoamentos;

• Experimentação - introdução de instrumentos, métodos e ingredientes novos no bar doméstico ou de restaurante;

• Inovação - criação de novos coquetéis, com base na análise de iguarias clássicas;

• Divulgação - apresentação da ciência ao público, considerando as práticas da mixologia.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Um pouco de freestyle

 Nós já estamos acostumados a ler matérias específicas de bebidas e mixologia nesse blog, mas depois desse vídeo resolvi falar um pouco da apresentação. O vídeo mostra o bartender Flippy Morris com sua técnica de precisão e de humor. segue o vídeo.

Assistam esse vídeo também, esse é outro estilo americano, também com técnicas interessantes de atrair o cliente para o balcão



Esse vídeo onde as cenas se passam em um bar é um estilo musical besteirol americano antigo

sábado, 16 de janeiro de 2010

Sobre algumas VODKAS


Já sabemos que criar embalagens para bebidas de qualquer tipo é uma arte, por isso, vou apresentar mais uma dessas obras que agradam o visual.

A Vodka SAMURAI apesar do nome é de origem russa e seu efeito de corte é fantástico. O disgner criado por Arthur Schreiber dá a sensação da garrafa estar desmanchando. A finalidade do consumidor é apreciar uma boa vodka, mas se o bartender for criativo o tanto quanto Arthur, poderá utilizar a garrafa de forma decorativa.

 Aproveitando a deixa do assunto, há tempos não vejo um bar no estilo Club Privê tão elegante como o Club Privê da vodka de Curitiba. Para esse assunto vou deixar o site http://www.soviet.com.br/ como indicação e uma imagem para desgustarem. O site está fantástico e faz com que o internauta entre no clima da Rússia através das imagens do tema.

 

Campanha de Skyy Vodka entra no ar no primeiro dia de 2010



A Campari do Brasil inicia 2010 com um grande investimento publicitário para SKYY VODKA, um filme inédito da marca será exibido a partir de 1º de janeiro em canais de TV Aberta e a cabo em todo o Brasil.

Batizado de “Heaven”, o filme mostra o espírito jovem e moderno da marca é foi adaptado para o Brasil pela DPZ. A trilha sonora foi elaborada com exclusividade para a SKKY VODKA por “The Twelves”, uma dupla brasileira considerada revelação na cena musical.

Heaven
O comercial mostra uma linda jovem em traje de balada dentro de um elevador. A moça aperta um dos botões, sinalizando que vai a um dos andares mais altos do prédio. Ao chegar, se depara com uma grande balada SKYY VODKA, onde todos se divertem ao som de uma exclusiva trilha sonora SKYY.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Coronel reformado importa mudas de vinhedos da França e deve apresentar primeiras garrafas em 2011


O primeiro vinho do Centro-Oeste (1) está sendo produzido a 70km do centro de Brasília, em Planaltina de Goiás. A plantação do vinhedo começou em 2008, depois de um ano de testes com nove variedades de uva. José Antônio Pires Gonçalves, 78 anos, um coronel reformado do Exército Brasileiro, constatou as boas condições para o cultivo das vinhas na fazenda que comprou em 1984 e começou o trabalho com a ajuda de nove funcionários. Ainda sem nome definido, o produto deve chegar ao mercado em novembro de 2011. Cerca de 100l já estão em fase de fermentação.

As mudas viajaram da França para Caldas, em Minas Gerais, e, de lá, seguiram para a fazenda de José Antônio, na área rural do município goiano. Depois de observar a maturação dos cachos em um local apelidado de laboratório, o coronel escolheu três variedades para vinho tinto (Pinot Noir, Cabernet Sauvignon e Syrah) e uma para vinho branco (Sauvignon Blanc). "Todas apresentaram bom resultado, mas essas se destacaram e darão vinho fino", comenta o gaúcho de Porto Alegre que chegou a Brasília em 1969. Os testes resultaram na colheita de cerca de 150 kg de uvas.

O vinhedo goiano começou a nascer quando José Antônio passou de carro por uma fazenda vizinha à dele e avistou duas parreiras com dezenas de cachos vistosos. Curioso, parou para conversar com o produtor e ouviu dele: "Aqui dá uva duas vezes por ano". Ele resolveu testar o poder da safra e confirmou a afirmação. "É impressionante, as condições são excelentes. Se soubesse antes, teria começado a plantar vinhas há muito tempo", diz o coronel, já reconhecido com quatro prêmios internacionais pela produção de cachaça e rum (2).

Foram 20 anos de altos e baixos com a plantação de soja, antes de vislumbrar alambiques e, mais recentemente, vinhedos. Autodidata, José Antônio estudou sobre vinhos, visitou regiões da Europa e decidiu apostar no novo ramo. Para auxiliá-lo, contratou o enólogo Marcos Vian, considerado um dos melhores do país. Residente em Bento Gonçalves (RS), o especialista ainda não visitou a fazenda do coronel, mas tem acompanhado o trabalho desenvolvido por ele. "Ainda não é preciso que ele venha", afirma o produtor, que registra o nascimento do vinhedo com fotos e anotações diárias.

Cinco mil parreiras estão plantadas desde novembro do ano passado. Na última quinta-feira, quando o Correio visitou a fazenda, começou a plantação de mais cinco mil pés. O vinhedo, a 1.115m do nível do mar, ocupará uma área de 4,7 hectares, o equivalente a quase cinco campos de futebol. Na região da Galícia, na Espanha, o tamanho médio dos vinhedos é de 1,5 hectare. Em Borgonha, na França, 3,4 hectares. A inclinação do solo na fazenda de Pires Gonçalves é de três graus, um terreno quase plano. Nas plantações às margens do Rio Douro, em Portugal, a inclinação chega a 27 graus.

Os ingredientes do solo se refletem na qualidade do vinho. Para fazer o primeiro do Centro-Oeste, o produtor gaúcho buscou inspiração na França, onde morou por dois anos. "Fiz uma imitação do solo de Borgonha, com brita, bagaço de cana, esterco de gado, entulho. Da terra para baixo, é a minha mão. Da terra para cima, é a de Deus. E, modéstia à parte, essa combinação tem dado certo", comenta o coronel. Para preparar a terra são cerca de quatro meses de trabalho. José Antônio mora em Brasília, mas pelo menos três vezes por semana vai à fazenda para, inclusive, ajudar na poda das raízes.

Ótimas condições

Segundo o produtor, o terroir (3) na fazenda é excelente. "Chove bem, a composição do solo é boa, a drenagem é ideal", enumera. Por que, então, ninguém havia pensado em fazer vinho por ali antes? "Não sei, mas se eu tivesse começado com isso aqui 20 anos atrás%u2026", diz ele, que terá 80 anos quando o vinho chegar ao mercado. "Vou deixar o trabalho para o marido de alguma neta, mas ainda não o conheço", brinca o coronel, pai de dois filhos e avô cinco vezes. A neta mais velha tem 16 anos. Ele, que se diz homem do campo, diverte-se ao falar da fazenda e do vinhedo.

José Antônio pensou em tudo antes de optar pela produção de vinho. "Isso aqui não é para amador, não. Plantar uva é uma coisa, fazer vinho é outra", compara. Onze roseiras fazem companhia às vinhas no parreiral. "Servem de controle biológico. As pragas as atacam em vez de atacarem os cachos", explica o produtor, que não usa defensivos agrícolas. "Eles agridem o solo, as raízes e isso acaba influenciando na qualidade do vinho. Meu vinho será ecológico", completa ele, que diz degustar a bebida quase que diariamente desde os 20 anos.

O método de plantação do futuro vinho goiano é conhecido como Guyot, no qual os cachos são distribuídos em uma vara, o que ajuda a uniformizar a maturação das uvas. Sessenta barris, com capacidade para 200l cada, esperam a bebida. Uma máquina que tritura os cachos e faz vinho em menos de quatro horas está instalada perto do pavilhão de envelhecimento. O equipamento saiu de Garibaldi (RS), possui tecnologia italiana e custou R$ 27 mil. O investimento do primeiro vinhedo do Centro-Oeste ultrapassa os R$ 120 mil, incluindo despesas com o trabalho da terra, compra de material e mão de obra.

Em maio do ano que vem, será possível encher as taças da primeira safra do vinho goiano. O carpinteiro Osvaldino Rodrigues da Costa, 43 anos, nascido em Formosa (GO) e promovido a vinhateiro na última semana, adianta-se: "Vinho bom vai ser o do interior de Goiás, tenho certeza disso". Alguns nomes despontam na lista dos vários que surgiram desde que nasceu a ideia do vinhedo na fazenda de José Antônio. Entre eles, Marquês do planalto e Primeiro amor. "Primeiro amor não é inesquecível? O vinho também vai ser", diz o coronel, sem querer assumir preferência.

1 - Polos
No Brasil, há três polos de vinhedos: no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Vale do São Francisco. No Centro-Oeste, não há registro. Em regiões como a de Vicente Pires, há plantação de uvas de mesa, mas não uvas chamadas de viníferas, que resultam em vinhos.

2 - Premiado
O rum Barão do Cerrado e a cachaça Alma Gêmea são produzidos desde 2003. Já ocupam prateleiras de lojas especializadas e supermercados de Brasília e do Rio de Janeiro. Entre os prêmios conquistados pela cachaça, por exemplo, está o 6º Concurso Mundial de Bruxelas, em setembro último. No caso do rum, ele é o único produtor brasileiro.

3 - Conjunto de fatores
O conceito de terroir abrange os aspectos do solo onde uma vinha é plantada. É o conjunto de fatores que favorecem ou não a obtenção de uvas de qualidade, como inclinação do terreno, vento e período de chuvas.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Matéria no jornal Bom Dia DF da Rede GLOBO.

Planaltina de Goiás produz o segundo melhor rum do mundo
Quem aprecia um bom rum sabe que o melhor é produzido no Caribe. O que muita gente nem imagina é que o segundo melhor rum do mundo está aqui no Brasil.



Há quatro anos, o coronel que se dedica à produção de gado nelore, soja e cachaça resolveu diversificar ainda mais as atividades. Entrou no mercado de rum. Na época de colheita de cana-de-açúcar, o trabalho começa na moenda.

“Ela entra por ali, passa nessa moenda, cai nesse decantador e depois vai para aquele recipiente, para ser medido o brix. A cana que não tem 16, no mínimo, de brix, não pode ser alambicada. Não dá bebida fina”, explica o produtor de rum e coronel da reserva José Antônio Pires Gonçalves.

Do recipiente de inox a bebida é levada por uma tubulação até a sala de fermentação. Nas dornas, o destilado de cana fica de 24 a 30 horas antes de seguir para o alambique.

“Então, acontece o seguinte: fermentou, ela entra pra dentro do alambique. Depois, é colocada aqui nesse recipiente que se chama fornalha. Ela entra em ebulição, sobe, desce pelo outro lado e quando pinga lá do outro lado, já é o rum.”

Depois de pronto, o destilado vai para outra sala. Nos barris de carvalho a bebida fica descansando por três anos. Nesse período, o caramelo é adicionado ao rum e ele ganha uma cor amarela e um sabor amadeirado.

São 160 barris armazenados em temperatura ambiente. José Antônio fiscaliza o espaço, testa a bebida. “Esse é o rum”, afirma o coronel.

Tanto cuidado já foi reconhecido. Há sete meses, o rum do coronel ganhou o prêmio de segundo melhor do mundo. “Tirei a medalha de prata entre 21 países e 450 expositores, com todo o Caribe disputando conosco”, revela.

Com a fama, a fazenda passou a ser visitada. Um grupo de Taguatinga, que se prepara para a profissão de bar tender - especialista em drinques -, foi conhecer o processo semiartesanal.

“Tem que conhecer todo o processo. Como é a fermentação, a destilação. Só assim é possível entender o resultado final. Depois, saber como você vai utilizar aquela bebida”, destaca o pesquisador Victor Quaranta.

“Assim você acaba criando amor pela profissão. Só de sentir esse cheirinho já é muito bom”, comenta a estudante Ana Carolina Monteiro Lino.

domingo, 25 de outubro de 2009

Visita técnica - Cachaça Alma Gêmea



Visita técnica
13:50h, o ônibus sai da faculdade FACITEC com quase todos os alunos do curso avançado de formação de bartenders rumo à destilaria Pires Gonçalves situada na fazenda Ouro Verde em Planaltina-GO.
Após longa procura, o ônibus é guiado até a destilaria pelo auxiliar conhecido como Sr. Joaquim. Chegando, pede para o nosso grupo esperar um pouco já que o proprietário-produtor José Pires Gonçalves está ocupado dando entrevista para emissora GLOBO, mais especificamente o programa Bom Dia DF. Poucos minutos de espera, vejo minha sócia que nos acompanhou na visita já conversando com o Sr. José Pires e acenando para que eu vá conhecê-lo.


Após nos apresentarmos (eu e o Sr. José Pires) decidimos rapidamente o que é mais importante repassar aos alunos e logo iniciamos a Visita.
Um pulo na área de moagem, depois nos tanques de inox para fermentação, alambique de cobre onde é feito o corte da cachaça (cabeça, coração e cauda) e o tão esperado salão de armazenamento da cachaça.
No salão, vários barris de carvalhos americanos envelhecendo a cachaça Alma Gêmea e o rum Barão do Cerrado. Uma pausa para uma entrevista à TV e voltamos para o momento do engarrafamento da cachaça e rum.
Próximo à plantação de cana de açúcar , José Pires nos conta algumas características da sua cachaça e rum, e como funciona a composição e medidas dos ingredientes para fermentação, uma grande poética da produção que é feita com o seu “fiel escudeiro” que fez questão de nos apresentar e agradecer o trabalho em meio a reunião.
Cachaça: Acaba de ganhar um prêmio em um dos maiores campeonatos de destilados na Califórnia, cachaça leve, se maturado em barris de carvalho seu tom será pouco amadeirado , se maturando em barris de Umburana terá um leve toque de baunilha em seu aroma e sabor. Utiliza arroz fubá como catalizador para acelerar a fermentação
Rum: Apesar do Brasil não ser referência como produtor de rum, também ganhou medalhas no campeonato internacional de destilados na Califórnia competindo com os melhores e mais tradicionais runs do planeta.
Tiramos algumas dúvidas dos alunos e após isso a destilaria sorteou algumas cachaças e runs para os alunos.
Nos reunimos próximo à nova plantação de uvas vitiviníferas e ouvimos a idéia do Sr. José Pires
-Esta é uma região que tem um excelente terroir (fatores climáticos), faz sol durante 320 dias por ano e apesar da terra não ter sido apropriada antes eu a tornei apropriada como as terras da França usando o maior segredo, o calcário.
Atualmente a destilaria está se preparando para produzir um vinho suave e com nível de taninos e acidez equilibrados em um equipamento de produção italiano de última geração
No final chegamos a conclusão de que o entorno de Brasília acaba de definir sua identidade com o rum regional/nacional de alto nível, cachaça com a pura matéria prima do cerrado e experiência profissional de um grande produtor da região de Goiás.
Indico: Cachaça Alma Gêmea e Rum Barão do Cerrado.


Em breve continuação dessa matéria.



quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Vodka de... BACON?



Depois da mixologia política, o novo produto da Coca-Cola que está em teste (Leite desnatado com gás e sabores) e a versão da vodka Stolichnaya de café chega mais uma esquisitic... er... quero dizer... novidade. VODKA DE BACON! assista também no youtube http://www.youtube.com/watch?v=YFvUcc1

A Bakon vodka é o resultado da mania americana pelo toucinho, existem duas formas básicas para a produção desta bebida, a feita em casa e industrialmente. Em casa coloca-se um toucinho em uma garrafa de vodka por pelo menos duas semanas. Industrialmente é feito através do processo de destilação fracionada. Em Abril deste ano a Blacl Rock Spirits lançou a vodka em Seattle como resultado da pesquisa que durou 2 anos. A ideia de produzir a bebida foi tirada das batatas com sabor que inclusive tem tido uma grande aceitação no mercado brasileiro. A vodka de bacon está disponível em Washington, Oregon, Idaho e Montana mas apesar de incialmente ter sido pensada como uma procução limitada a empresa aposta na abertura de novos mercados. O preço da vodka em Seattle é de U$30,00. A vodka tem sido utilizada por bartenders para criar novas receitas, algumas já está no site http://www.bakonvodka.com/ as pricipais receitas divulgadas são a Bakon Mary e Bakon Chocolate Marini.

Bakon Chocolate Martini

• 2,5 cl Bakon Vodka
• 2,5 cl Licor de chocolate
• 2cl Creme de leite
Batido
Short Drink
Crusta de Açúcar

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Mini Martini

Foi lançado na Europa a versão mini do vermouth Martini. Com embalagem atraente e prática a empresa tem a expectativa de alavancar a marca. Espero que a marca chegue logo no Brasil para podermos utilizar em nossos cocktails!

Percurso da Coca-cola em 2009


A cada embalagem que foi vendida entre 18 e 24 de maio, 2,3 centavos foram revertidos para o Instituto Coca-Cola Brasil

• Em 2007, a ação contou com grande adesão de consumidores e gerou R$ 4 milhões para projetos sociais do Instituto

• Programa de educação do Instituto reduziu evasão escolar de 4% (média nacional) para menos de 1%

• Programa de Reciclagem já coletou 4 milhões de quilos de embalagens

O Sistema Coca-Cola Brasil realizou no mês de maio a segunda edição de sua iniciativa pioneira para alavancar recursos voltados à responsabilidade social. Trata-se da Semana Otimismo que Transforma, que aconteceu entre os dias 18 e 24 de maio. No ano passado, a Semana, então denominada “Cada Gota Vale a Pena”, arrecadou mais de R$ 4 milhões, que foram destinados a programas nas áreas de Meio Ambiente e Educação, através do Instituto
Coca-Cola Brasil.

Durante a Semana Otimismo que Transforma, cada embalagem vendida de todo portifólio da empresa revertereu 2,3 centavos para o Instituto Coca-Cola Brasil, somando-se aos R$ 37 milhões que o Sistema Coca-Cola Brasil já investe anualmente em iniciativas sociais e ambientais.

“Nós, fabricantes do Sistema Coca-Cola Brasil, estamos engajados nesta campanha pelo segundo ano consecutivo. Será uma oportunidade única de contribuirmos ainda mais para solução de questões sociais, fazendo a diferença na vida de milhares de pessoas”, diz o presidente da Associação dos Fabricantes Brasileiros de Coca-Cola, Ricardo Vontobel.

Três das maiores redes de supermercados do País, Carrefour, CBD (Pão de Açúcar / Sendas / Extra / CompreBem) e Wal-Mart Brasil, fizeram parte da Semana Otimismo que Transforma, participando da divulgação da ação nos pontos de venda. Estão participando também Esso, Texaco, TAM, McDonald’s, Cinemark, Casa do Pão de Queijo e Subway.

O diretor-superintendente do Instituto Coca-Cola Brasil e diretor de Comunicação da Coca-Cola Brasil, Marco Simões, explica a nova campanha:

“O otimismo faz parte do DNA do nosso Sistema. Vamos usá-lo para transformar o mundo. Queremos mobilizar os consumidores para que juntos possamos construir um pais melhor!”

Campanha
A campanha elaborada pela agência de publicidade Ogilvy para a Semana Otimismo que Transforma contarou com peças impressas para jornais e revistas, spots de rádio, filme, banners de Internet e material de divulgação em pontos de venda. A veiculação começou no domingo, dia 11, e se estendeu até 24 de maio. Todas as emissoras de TV foram comtempladas.
As peças convidam os consumidores a participarem e explicam a mecânica da arrecadação e a destinação dos recursos. A campanha também fez uso de ações virais de Internet e merchandising. Foi criado um ambiente especial no site do Instituto www.institutococacolabrasil.org.br.

OBS: Fotos do evento de lançamento e imagens da campanha estavam disponíveis para download à tarde na seção de Releases do site Coca-Cola Brasil (www.cocacolabrasil.com.br).


Instituto Coca-Cola Brasil
O Instituto Coca-Cola Brasil é o responsável pelos projetos sociais e ambientais de âmbito nacional do Sistema Coca-Cola Brasil. Seu Conselho Consultivo tem a função de assessorar a administração do Instituto, orientar as políticas econômicas, sociais e financeiras e opinar sobre matérias que sejam submetidas pela diretoria da entidade. São membros do Conselho:

André Balbi Rexam
Brian Smith Coca-Cola Brasil
Carlos Lohmann JV Mais
César Andrada Associação dos Fabricantes Brasileiros de Coca-Cola
Isabel Fillardis A Força do Bem e Doe seu Lixo
José Luiz Cutrale Suco Cítrico Cutrale
Marco Simões Coca-Cola Brasil
Ricardo Mello Renosa – Industria Brasileira de Bebidas
Ricardo Vontobel Vonpar Refrescos
Robert Wilson Escola Americana e Opportunity Equity Partners
Roberto Civita Editora Abril
Rodrigo Caracas Coca-Cola Brasil
Viviane Senna Instituto Ayrton Senna
Walter Susini Alexandria Partners

A atuação do Instituto Coca-Cola Brasil dá ênfase a programas nas áreas da educação e meio ambiente. Os principais programas ligados ao Instituto são o Programa de Valorização do Jovem, Reciclou, Ganhou e Água das Florestas.

Programa de Valorização do Jovem
O Programa de Valorização do Jovem foi implantado em 1999, com o objetivo de reduzir a evasão escolar no ensino público fundamental. O Programa atende 4.800 alunos do Ensino Fundamental em nove estados brasileiros. Até hoje já foram beneficiados mais de 23 mil estudantes. A mecânica do programa prevê que, em cada escola associada ao programa, alunos do 6º ao 8º ano com grave risco de evasão atuem como monitores de estudo de alunos do 1º ao 4º ano, igualmente com dificuldades de aprendizado. A evasão escolar média dos participantes do programa é de 0,7% contra uma média nacional de cerca de 4% registrada pelo INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.

Reciclou, Ganhou
Criado pela Coca-Cola Brasil em 1996, o Programa, operado em parceria com os fabricantes regionais autorizados, tem como foco principal o apoio material e técnico a cooperativas de catadores. O Reciclou, Ganhou apóia 37 cooperativas em 24 estados e a meta é chegar a todos os estados brasileiros até meados de 2009. Desde 1996, o programa já reciclou 4 milhões de quilos de embalagens. Graças a iniciativas como esta, o Brasil é hoje o país com maior índice mundial de reciclagem de alumínio (96%) e um dos maiores em reciclagem de PET (51%).

Água das Florestas
Com foco na recuperação, proteção e manutenção de bacias hidrográficas através da recomposição florestal de áreas próximas a rios e lagos, o Programa Água das Florestas Tropicais Brasileiras é uma iniciativa do Instituto Coca-Cola Brasil que envolve a participação conjunta de vários setores da sociedade. O resultado é uma força multidisciplinar que soma conhecimentos, tecnologias e recursos, atuando sobre um determinado manancial de forma integrada às comunidades locais. Em sua fase inicial, o programa contempla uma bacia hidrográfica inteira com a preservação manancial da Bacia do rio Piraí. O projeto prevê o reflorestamento com cerca 3,3 milhões de mudas de espécies nativas em uma área 3.000 hectares em até cinco anos. O investimento estimado é de R$ 27 milhões.

Sistema Coca-Cola Brasil
O Sistema Coca-Cola Brasil, formado pela Coca-Cola e 17 grupos fabricantes brasileiros, além da Leão Junior, Del Valle e Minute Maid Mais, emprega diretamente mais de 34 mil funcionários, gerando indiretamente cerca de 310 mil empregos. O Sistema Coca-Cola Brasil investiu quase R$ 4 bilhões no Brasil nos últimos cinco anos e está presente em sete segmentos do setor de bebidas não-alcoólicas brasileiro – águas, chás, refrigerantes, sucos, energéticos, isotônicos e lácteos, com uma linha que mais de 150 produtos, entre sabores regulares e versões de baixa caloria. O Instituto Coca-Cola Brasil é o responsável pelos projetos sociais e ambientais de âmbito nacional do Sistema Coca-Cola Brasil. Para saber mais, visite o site www.institutococacola.org.br.

Coca-Cola surpreende consumidores e relança sua marca de refrigerante de baixa caloria, Aquarius Fresh, totalmente reformulada. A linha, que já começa a ser vendida no Paraná e interior paulista, tem um novo conceito de embalagem: garrafas longilíneas e coloridas, inovadoras no segmento.

Com o relançamento, a Coca-Cola Brasil espera surpreender os atuais consumidores e conquistar novos adeptos, apresentando uma proposta de produto diferenciada da concorrência. A nova Aquarius Fresh, além do limão, traz ao mercado dois novos sabores: abacaxi com hortelã e uva e chegará ao mercado em embalagens de 510ml e 1,5l.

Novo logotipo e assinatura

Pode se ver que está totalmente diferente da primeira versão. A forma, as cores, a tipografia, tudo!

“A antiga Aquarius Fresh conquistou consumidores ávidos por novidades. Com o relançamento do produto, esperamos quebrar mais um paradigma. Quando olhamos para a gôndola de bebidas levemente gaseificadas, de baixa caloria, o que vemos são um montede garrafas esverdeadas, sem personalidade e sem diferenciação. Nossa proposta é inovar, oferecendo ao consumidor sabores exclusivos e design diferente de tudo o que existe”, explica John Pinto, diretor de Marketing de Novas Bebidas da Coca-Cola Brasil.

1ª versão

A nova campanha foi desenvolvida pela agência NBS e conta com filme de 30” dirigido por Breno Silveira, o mesmo diretor do filme Dois Filhos de Francisco. Nas gravações, no Largo da Carioca - Rio de Janeiro – foram usadas mais de 30 mil garrafas de Aquarius Fresh. O filme, que estreia em outubro na TV aberta e cabo, e todas as peças de marketing irão ressaltar as cores e o apelo sensorial do produto.

Aquarius Fresh sabor limão foi lançada em 2007, tem mais de 50% de conhecimento de marca no Brasil, mais de cinco milhões de transações mensais e está entre as principais marcas do portfólio da Coca-Cola Brasil.

As novas embalagens são super bacanas e, sem dúvida saem do senso estético comum da categoria. No entanto o investimento de mídia deve mesmo ser pesado, pois com uma mudança de visual tão radical, que quebra todo o vínculo com a embalagem anterior, deve-se ter um cuidado especial com o usuário do produto, que não pode ficar perdido.

vio

A Coca Cola está prestes a lançar seu mais novo produto: leite efervescente. A bebida irá misturar leite desnatado com água gaseificada, será aromatizada com frutas e adoçada com açúcar. Os cientistas que desenvolveram o produto em um laboratório da Coca em Atlanta garantiram que ele será embalado em uma garrafa de alumínio que evitará que o leite coalhe.

A novidade, batizada de Vio, terá quatro tipos de sabores diferentes. A Coca Cola já começou a testar a comercialização do produto entre consumidores dos EUA. O site BevNET.com, especializado em pesquisas de indústrias de bebidas, testou o sabor cítrico do Vio e parece não ter gostado muito. “O gosto do leite é muito forte e, por isso, tem um pouco de nata. Não parece doce até que você consuma uma garrafa inteira”, disse o site.

A bebida faz parta de uma iniciativa da Coca Cola chamada Projeto Vida, que visa desenvolver projetos à base de leite. A intenção é que o Vio possa ser vendido como opção de bebida saudável, mas cada garrafa contém 26 gramas de açúcar e 1,5 grama de gordura. A novidade será lançada primeiro nos Estado Unidos e, se bem sucedida, no mundo todo. Os produtores de leite estão esperançosos – acham que o projeto da Coca Cola pode aumentar o consumo da bebida.